Leishmaniose

leishmaniosesCuide dos cães e ajude a prevenir a evolução da leishmaniose

 

O combate à dengue deve começar em casa. Como se sabe, a doença é transmitida por um mosquito – a fêmea do Aedes aegypti – de hábito diurno e que se reproduz em depósitos de água parada acumulada (como a da chuva). Portanto, a prevenção passa pela eliminação de focos do mosquito transmissor. Ou seja, não deixe vasos com água parada, pneus ou caixas d’água descobertos. Mas além da dengue, há também a leishmaniose.

 

Da mesma forma, a leishmaniose pode ser combatida a partir de medidas tomadas em casa. Mantenha os ambientes limpos, proteja as janelas com telas e embale bem o lixo (em especial, o de material orgânico). E caso seja dono de algum cão, cuide bem da saúde dele. Isso porque os cães podem ser infectados pela picada do mosquito-palha e transformados em reservatório do parasita responsável pelo desenvolvimento da leishmaniose.

 

– Ciclo de transmissão da leishmaniose:

 

1° – Um mosquito-palha transmissor da doença pica um cão, que desenvolve a doença e passa a ser um hospedeiro do parasita.
2° – O cão, portanto, não é um agente transmissor da doença. Não, ao menos, diretamente. No máximo, um intermediário.
3° – Intermediário porque, caso um mosquito não transmissor dê uma picada no cão infectado, consequentemente passará a ser um transmissor.
4° – Desta forma, a leishmaniose pode se proliferar consideravelmente. A ponto de humanos, gatos e outros mamíferos serem infectados.

 

Ao observar o ciclo da doença, vê-se a importância de se tomar os devidos cuidados com a saúde do seu cão. Pois ao serem tomados, contribuirão para o bem estar da sua família e de outros animais, como os gatos. Mas como prevenir o cão da leishmaniose? Primeiramente, leve-o sempre a um veterinário. Desde filhote, já que a vacina de prevenção da doença deve começar aos 4 meses de idade. Depois, há outras formas de prevenir.

 

– Sintomas da leishmaniose em cães, gatos e humanos:

 

Em cães, os sintomas da leishmaniose são perda de peso, lesões de pele, úlceras, crescimento rápido das unhas e cicatrizes que não cicatrizam. Quando o quadro torna-se mais grave, há o comprometimento do fígado, baço e rins, podendo levar o animal à morte. Em relação aos gatos, há queda de pelo, formação de crostas no corpo e inchaço no baço. Já em humanos, a doença se manifesta por meio de febre, problemas hepáticos e de pele.

 

– Prevenção da leishmaniose em cães:

 

1° – A vacinação deve ser iniciada a partir dos 4 meses de idade, em cães saudáveis. Serão aplicadas três doses, intercaladas a cada 21 dias.
2° – Após as primeiras doses da vacina, o cão deverá ser revacinado anualmente – um ano a contar a partir da primeira dose.
3° – A vacina tem como objetivo a prevenção e não o tratamento. Portanto, não deve ser administrada em cães infectados pela leishmaniose.
4° – Também ajudam na prevenção: coleiras-repelentes à base de deltramina (seis meses de proteção) e evitar sair parapassear com seu cão entre o pôr-do-sol e o amanhecer – período de atuação do mosquito-palha.

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